sábado, 10 de outubro de 2015

O poder do auto-conhecimento

O auto-conhecimento deveria ser a prioridade de qualquer ser humano. Estamos aqui para isso, essa é a maior missão de qualquer entidade que encarna neste planeta. Mas o que se faz é justamente o contrário, as pessoas procuram por todo tipo de conhecimento através de literaturas, ideologias, conceitos, religiões e filosofia, mas deixam de fazer o principal, aquilo que dá mais trabalho e que é mais importante, que é se conhecer e entrar em contato com as ramificações mais profundas do seu próprio ser. Isto é, acessar os sentimentos e emoções negados. Estou falando dos seus traumas, crenças equivocadas, mágoas, rancores, e a ausência do perdão para aquilo que ocorreu em sua vida.

O que mais se vê, por exemplo, são filhos e pais que mantém um relacionamento de fachada. Eles fingem que está tudo bem, se encontram aos domingos e falam sobre as mazelas do mundo, batem papo sobre as trivialidades do cotidiano, se despedem, e voltam as suas vidas com a sensação de terem cumprido com o seus papéis de filhos e de pais, respectivamente.
Mas existe algo de errado nisto, algo muito errado. Existe uma “indiferença” entre esses seres, um bloqueio que os mantém afastados mesmo ocupando o mesmo espaço fisicamente. Tem algo muito maior que não permite um encontro real, honesto e amoroso. Essa indiferença nada mais é que um ódio enrustido, escondido, camuflado. E isso é algo que ninguém quer ver, pois sentir ódio daqueles que deveriam ser amados é considerado algo muito grave, um pecado muito sério e que, portanto, não deve ser sentido, fazendo com que ao sentir esse sentimento tão nefasto, a pessoa finja que não é com ela, deixando isso pra lá, empurrando tais sentimentos e emoções para dentro e adotando a política do “está tudo bem”.

Porém, existem questões bastante complexas e que precisam ser entendidas. O perdão é a chave para a libertação emocional, mas só é possível perdoar algo, ou alguém, se você souber o que está perdoando. Isto é, é necessário acessar a memória e se permitir senti-la, para posteriormente poder perdoar. Do contrário nunca será perdão, será apenas hipocrisia e falsidade que o farão repetir “n” situações similares a da memória do seu passado, até que um dia você resolva acolher a criança ferida que está dentro de você.

Saiba que, dentro do seu ser, existem três portais, e são eles: Mãe, Pai e Deus. Este último foi personificado dentro de você de acordo com a visão que você possuía dos seus pais quando criança. Para uma criança mãe e pai é sinônimo de Deus e do mundo. Portanto, só é possível acessar este último portal, ou seja, o Deus que habita em você, quando você atravessar pelo portal da Mãe e do Pai, e isso envolve uma compreensão absoluta da sua vida e da sua história com eles. Compreensão, entendimento e perdão. Esse é o caminho.

Enquanto você não resolver esses dois primeiros portais, o divino que habita em você nunca poderá ser acessado.

É importante, ao ler esse texto sobre autoconhecimento, que você saia do papel de vítima e que, com maturidade e imparcialidade, receba esta informação apenas como um novo conhecimento da metafísica psicológica espiritual. Não é para achar que pai e mão são seres ruins e que eles acabaram com a sua vida. Trata-se apenas de uma compreensão do que ocorre em níveis mais profundos do nosso ser. Adiante explicarei o que deve ser feito para cortas as causas que desencadeiam nos efeitos indesejáveis.   

Para que se entenda essa questão recorrente entre pais e filhos, você precisa parar um pouco o que está fazendo e, com sinceridade, perceber o que sente em relação a sua mãe, ou o seu pai. É bem provável que, ao se lembrar deles, você não sinta absolutamente nada, que nenhum sentimento, ou emoção, venham á tona. E talvez você ache que isto é normal, mas não é. Isto ocorre porque a dor que você sentiu em algum lugar do passado é tão grande e intensa que o seu próprio ser, por uma questão de segurança, se encarregou de colocá-la nas profundezas do seu subconsciente. Isto é, você se anestesiou, está dopado em relação a eles e a sua relação com eles. Mas essas dores estão aí, elas estão vivas em forma de memórias celulares e tem um impacto direto em todas as suas ações, reações, decisões, promiscuidades sexuais, inseguranças, medos, ansiedades, bem como aquela sensação de estar no local errado e com as pessoas erradas. Essa dor é a responsável por toda a sua avareza, por toda a sua maldade e por aí vai, a lista é enorme, todos os tipos de auto-sabotagens possíveis de se imaginar se devem a isto. 

Eu vou dar um exemplo bastante comum. Tente se lembrar de como você se sentiu ao ter que engolir aquele choro doído. Você queria passear com o seu pai e ele não deixou, ele mandou você ficar quieto e deixá-lo em paz, pois precisava ir trabalhar e não tinha tempo para lidar com uma criança cheia de vontades e mimos. Lembre-se de como você era dependente de amor, de toque, de cuidados e de proteção, mas vivia presenciando os seus pais se estapeando por conta dos tais assuntos de adultos. Ou seja, você presenciava as suas matrizes geradoras de amor brigando entre si e mandando você ir para o quarto e ficar quieto. Como você se sentiu quando seus pais o chamaram de burro após terem visto aquela nota vermelha em matemática, sendo que você esperava ter uma palavra de apoio? 

Hoje você entende tudo isto, você sabe que não foi por mal e talvez esteja reproduzindo esse mesmo padrão em seus próprios filhos. Mas e aquela criança, ela entende? Não, ela não entende e não tem que entender. Crianças não possuem discernimento algum para distinguir essas coisas. Para elas, a questão resume-se em uma única coisa: ausência de amor, de cuidado e de proteção. É desta criança a qual me refiro e que ainda está dentro de você. Uma criança assustada, desprotegida e sentindo-se completamente desamparada. E é essa mesma criança que você se recusa a olhar e dar a atenção que ela merece.
     
Tudo isso são repressões, são condicionamentos, e são interpretadas pela criança como rejeição. Mas é assim mesmo que precisa ser, vou explicar essa questão mais adiante. Existe algo muito maior, e até mesmo muito belo e divino por trás disto tudo.

Mas o fato é que, ao se sentir não amado, que em última análise é o que representou para você todos esses casos acima, você sentiu raiva desses pais, sentiu indignação e não pôde fazer nada. Você sentiu ódio deles e, ao mesmo tempo, culpa por estar sentindo esse ódio. A culpa estava presente, mas o ódio também, e onde existe ódio também existe o desejo de se vingar. É justamente esse desejo de se vingar deles que gera todo o seu sofrimento atual, e enquanto não ocorre o perdão, o desejo de vingança permanece ativo. Trata-se de um emaranhado de fios desencapados dentro do seu ser que deram inicio a toda miséria pessoal que você possa estar vivenciando em sua vida. São os efeitos desencadeados pela causa. E enquanto não se resolve a causa, os efeitos permanecem.

Aquela moça que foi rejeitada pelo seu pai, por exemplo, nunca vai confiar em um homem, nunca vai conseguir se entregar. Essa pessoa sempre irá associar a energia masculina com a da rejeição. Mesmo que essa pessoa tenha relacionamentos, o que é muito provável que aconteça, sempre usará de arte-manhas de auto defesa, seja através de ataques ou através do papel de vitima, mas sempre estará com o escudo levantado. Além disto, e bem mais grave que isso, essa pessoa vai projetar a figura do pai em todos os homens que passarem pela sua vida. Isto ocorre porque a criança ferida do passado vai continuar tentando resolver aquela questão passada mal resolvida, ela continuará projetando a figura do pai no outro para tentar não ser rejeitada novamente. Mas isso não é possível, pois o passado não pode ser mudado, ele só pode ser compreendido, e o homem da relação não é o seu pai, ele é apenas um homem que está com você e que não tem a dura missão de resolver os seus vazios e traumas do passado. Esse homem não é o seu inimigo, mas será visto por você como tal e será combatido como tal. No inicio você estará apaixonada, mas o espelho aparecerá em breve, e então o inferno se repetirá. 

Para elucidar a questão dos desencadeamentos de tudo isso, veja outro exemplo:

Uma pessoa que foi inferiorizada pelos pais a infância toda. Hoje, essa menina é uma pessoa adulta e não consegue constituir uma família. Mas os pais desta moça desejam imensamente que ela seja uma boa esposa, com filhos, cachorros, e casa na praia. Esse é o grande sonho desses pais para a sua filha, eles querem que ela seja feliz, mas ela não se acerta e é conhecida como a solteirona do bairro, apesar de ser uma pessoa interessante, correta e que também compartilha do desejo de se casar. Essa pessoa, essa menina que foi inferiorizada e que hoje é uma mulher, não sabe que aquele desejo de vingança que foi gerado no passado, quando ela estava sendo inferiorizada pelos seus pais, vem impedindo que ela seja feliz. Ela sabe, de forma inconsciente, que estar casada, com filhos, e os respectivos cachorros que completariam a família padrão comercial de margarina fariam os seus pais felizes, e ela não quer ver os seus pais felizes, ela precisa se vingar. E então, de forma também inconsciente, opta por ser infeliz para poder sacramentar a sua vingança. Ela sacrifica a sua própria vida para se vingar dos pais, e sequer se dá conta disto. E essa mesma pessoa reclama da falta de um parceiro e reza para que Deus arrume um marido para ela. 

É nessa confusão que o ser humano está inserido neste atual momento. Todos em busca do amor, mas todos renegando o amor. Todos buscando a felicidade e, ao mesmo tempo, fugindo dela. Todos na busca incessante da iluminação espiritual, mas fugindo da luz se escondendo atrás da escuridão e da ignorância sobre si mesmos. E tudo isso se resume a uma única palavra: a mentira. E tudo isso poderia ser resolvido como uma única palavra: a verdade. Por isso que o mestre disse: E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.  Por isso que Platão disse: Conhece-te a ti mesmo, e conhecerás o Universo. Todo o problema está em fingir que não se sente o que sente, achando que isso é o mais correto a se fazer por ser politicamente correto. Mas, agindo desta forma, a ferida nunca será curada, e essa ferida continuará gerando dor em quem insistir em não tratá-la.

Essa questão entre pais e filhos é muito importante, tudo está relacionado a isto. O seu subconsciente é muito mais astuto, e tem muito mais poder sobre você, do que você possa imaginar.

Todo ser vivo está em busca de amar e ser amado. Amor é a essência de tudo, é a única coisa real. Todo o resto, tudo que não é desencadeado pelo amor, não passa de mera ilusão. Sendo o amor a única realidade que existe, e por ser a essência de qualquer ser vivo, podemos concluir que todos, nem nenhuma exceção, é puro amor, que já é perfeito e também se constitui de pura luz. Isso tudo nós já somos em última instância e em planos mais elevados da existência.  

Estamos encarnados, e vivendo esta experiência no mundo das formas, justamente para experimentar a ilusão da imperfeição e da dualidade. Este é o jogo divino a qual você se candidatou e quis participar. Você se ofereceu e quis sair por aí, viajando entre as estrelas para viver a ilusão da separação do TODO, pois sabe que a sua volta para casa está garantida.

Neste mundo das formas a qual você está inserido, para que seja possível viver esta mágica experiência da existência, o ego cumpre um papel fundamental. É ele que faz a interface entre o corpo e o espírito. É ele que acredita estar separado, que sente medo e que busca por proteção. Sem ele, sem esse ego, seria impossível ter essa experiência. O ego foi feito para acreditar que é sozinho, que é separado do TODO. E, para que esse ego pudesse nascer e tomar forma, os seus pais foram peças fundamentais neste jogo.

Todos nós, em algum nível, já fomos rejeitados, condicionados e reprimidos em algum momento da vida por esses pais. Não que eles agiram por maldade ou de propósito. O fato é que, é impossível suprir a demanda de amor que um bebê, uma criança ou um pré-adolescente necessitam. O espírito é livre e o corpo é uma prisão, por isso é muito traumatizante encarnar nesse vaso terreno. Ao se perceber preso num corpo denso, esse espírito que ainda tem sede de liberdade e que está dentro do corpo de um bebê, fará de tudo para dominar o mundo, e o mundo para esta criança é a sua mãe e está representado pelo leite. Por isso ele chora e espera que o leite chegue naquele exato momento em que pediu. E quando isso não acontece, ele sente-se impotente, sente raiva, sensação de impotência e falta de amor. Essas são as primeiras marcas de ódio que ele vai registrar, e irá responsabilizar a sua mãe por isso. Neste momento, ele terá tido o primeiro contato com a dualidade. Isto é, amar e odiar ao mesmo tempo.

Com o passar do tempo, esta criança, já um pouco mais crescida, vai começar a perceber que ser espontânea e natural não é bom para ela. Toda vez que ela é espontânea leva bronca, é reprimida e se sente rejeitada, não amada. Esta criança sente-se ameaçada, pois ela entende que ser natural representa o risco de não ser mais amada pelos seus pais. Talvez você não se lembre, mas para uma criança, a coisa mais importante que existe é isso, ser amada por pai e por mãe. E justamente por conta deste medo de não ser amada, ela passa a deixar de fazer o que quer para fazer o que os pais querem, pois isso lhe traz segurança e a garantia de continuar sendo amada. Ou seja, essa criança veste uma máscara, e isso é o que eu chamo do nascimento do ego. E depois disto, ela vestirá outras tantas milhares de máscaras para ser aceita na igreja, na sociedade, no colégio, no grupo de amigos, pelo namorado, pelos amigos do namorado, na empresa e etc. Esse é o fortalecimento do ego, a identificação com a máscara. A pessoa começa a acreditar que é o que finge ser, e se esquece do que realmente é.

Ocorre que, ao vestir a máscara pela primeira vez, cedendo ao medo de ser natural por estar indo contra as vontades dos pais, ocorreu a supressão de uma energia de puro amor e de confiança que havia sido captada do Universo pelo chacra raiz. E como energia não morre, essa mesma energia se fragmentou no momento da repressão para não desintegrar o seu ser. O caminho natural seria receber a energia e expressá-la, e na impossibilidade disto ocorrer, ela se fragmenta na polaridade invertida. Neste momento você se tornou um ser fragmentando, dividido em pedaços. Neste momento você possui quatro energias predominantes dentro do seu ser. O que era uma energia de amor e de confiança, que são as essências do universo, passou a ser de amor/ódio, e de confiança/medo. Todas essas energias estavam em potencial dentro de você, e qual delas se desenvolveu dependeu da sua opção naquele momento, enquanto era criança. E a sua decisão foi a de alimentar a do medo, pois você cedeu à pressão dos seus pais e vestiu a máscara fazendo aquilo que eles esperavam de você. E, posteriormente, passou a alimentar cada vez mais essa energia vestindo outras tantas máscaras para atender as demandas que o mundo depositou sobre as suas costas. Isto quer dizer que, o lobo alimentando foi o do ódio e do medo, e são eles que estão no comando da sua vida. Tudo o que você faz é impulsionado por essas duas energias, e como elas são predominantes, todos os frutos que saem destas árvores são de mais medos e mais ódio.

Mas está tudo bem com isso, pois o não manifesto só pode existir onde existe o manifesto. O amor só pode ser percebido, uma vez que você passa a ter contato com o ódio, e a confiança só pode ser identificada após você ter experimentado o medo. Só é possível desejar acessar uma coisa, quando você experimenta o oposto dela. A sua busca por Deus, que ocorre neste momento, só foi possível acontecer pelo fato de você experimentar as trevas. Esses são os portais que o conduzem de volta para casa.

O que eu quero dizer é que, por mais que os seus pais tenham se esforçado para fazer o melhor por você, o papel deles neste jogo era justamente o de encaminhá-lo para o oposto daquilo que verdadeiramente é real. Eles foram usados para darem a luz ao seu ego, e isso é muito belo. Mas você os responsabiliza por tudo isso. Você os responsabiliza pela sua infelicidade. Em níveis mais profundos, você possui o entendimento da responsabilidade deles na formação da sua personalidade. E então você os culpa, e por isso quer se vingar, e por isso cria uma série de experiências negativas para a sua vida.

A chave da libertação está no perdão e na compreensão de tudo o que aconteceu.

Como eu disse no primeiro texto, só podemos perdoar aquilo que temos conhecimento de ter acontecido. Portanto, é necessário que você acesse todas as memórias traumatizantes e que representaram esta falta de amor e, com serenidade e maturidade, se permita senti-las novamente sem julgá-las, sem classificá-las e sem se deixar levar pela culpa de sentir o que sente. Essas memórias são as crianças feridas que se encontram dentro do seu ser. Lembre-se que, elas são crianças, portanto, precisam apenas de acolhimento e de amor.

Quem vai xingar os seus pais são elas, e não você. Quem sente vontade de matar o pai ou a mãe são elas, e não você. Quem sente ódio dos seus pais são elas, e não você. Portanto, sinta tudo e não se identifique com nada.

Para fazer isto, você deve fechar os seus olhos e se conectar com a sua mãe. Será necessário você checar os seus sentimentos em relação a ela.

Você deve se perguntar: Eu consigo ser grata honestamente por essa mulher, ou é apenas a máscara da boa menina que tenta sentir gratidão? Meu coração está aberto para ela? Tenho vergonha dessa mulher? Gostaria que ela fosse diferente? Guardo mágoas em relação e ela? Tenho raiva dela? Como ela me tratou quando criança? Ela esteve sempre presente? Ela me acolheu, me protegeu, deu carinho e amor?

Caso você não sinta nada, pode ser um sinal de amortecimento, uma proteção para não entrar em contato com os verdadeiros sentimentos. Permita-se, portanto, ir mais fundo, além da “normose.”

Feito isto, evoque a sua mãe como se estivesse chamando por ela, da mesma forma que a chamava quando era criança. Se você não lembra como a chamava, simplesmente chame “mãe”. Repita o mantra o quanto puder. Por quanto tempo agüentar.

Ao emergirem os conteúdos internos, escreva uma carta simbólica para a sua mãe. Nela, você poderá expressar tudo o que nunca teve coragem de falar, colocando para fora tudo aquilo que está realmente engasgado. A carta não deverá ser enviada. Você deverá queimá-la mais tarde.

Após isto, repita o processo com o seu Pai.

Esse exercício é muito praticado na Índia. Ele deve ser feito até que você se sinta vazio e ventilado. Trata-se de um trabalho longo, é necessário ter muita disposição para realizá-lo. É necessário limpar todas as memórias, e isso tudo dói bastante.

Mas, ao fazer isto, você estará se curando, estará curando os seus ancestrais e, quando terminado, a sua vida se transformará.
Essa é a melhor forma de perdoar. Se permitir sentir aquilo que está dentro de você e, posteriormente, deixá-lo ir embora.

Liberando a escuridão que existe em você, o que sobrará é a pura luz. Neste momento, quando purificado, você terá chegado até a sua essência. E, portanto, terá chegado até o divino que lhe habita. Você terá retornado para casa. Você terá alcançado a iluminação espiritual.

Diogo Beltrame

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